Em C
Ecoa voz em minha frente
D Em / D
Querendo me condenar
Em C
É palavra nada inocente
D B7
No final que me derrubar
E B7
No final lembrarei
C#m
Não das vozes
G#m
Mas do silêncio
A E
Dos que me amaram
A B7 Em
Amigos! Afinal!
Em C
Existe amizade que vale
D Em / D
Lembrar e cultivar
Em C
Mesmo que começa a noite
D B7
Apostando que vai acabar
E B7
Construídas sem razão
C#m G#m
São aquelas sem previsão
A E
São aquelas feitas no ocaso
A B7 Em
E sem explicação
Em C
Vi que duas pedras
D Em / D
Nasceu uma flor
Em C
Será que entre dois amigos
D B7
Poderá nascer o AMOR?
E B7
Não poderá! Nasceu!
C#m
Philia em uma alma
G#m
Que vive
A E
Em dois corpos. Difícil
A B7 Em
De encontrar, de deixar.
C D Em
IMPOSSIVEL DE ESQUECER
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Ofertório
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pelo pão recebido de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto da terra e do trabalho humano
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
O Pão da Vida. O Pão do Céu.
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Deus para sempre!
A E A B7 E
Bendito sejas Deus para sempre!
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pelo vinho recebido de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto da videira e do trabalho humano
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
Vinho de Salvação. Sangue do Senhor.
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pela vida recebida de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto do amor e de entrega humana.
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
Tudo para todos. Todos do Senhor.
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pelo pão recebido de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto da terra e do trabalho humano
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
O Pão da Vida. O Pão do Céu.
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Deus para sempre!
A E A B7 E
Bendito sejas Deus para sempre!
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pelo vinho recebido de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto da videira e do trabalho humano
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
Vinho de Salvação. Sangue do Senhor.
E B7 C#m G#m
Bendito sejas Senhor, Senhor Deus do Universo
A E A B7 E
Pela vida recebida de Tua bondade,
B7 C#m G#m
Fruto do amor e de entrega humana.
A E A B7 E
Que agora te apresento, que irá se tornar para nós
B7 C#m G#m A B7
Tudo para todos. Todos do Senhor.
Proteja o Vietnã
G C D G
Mãe Verdadeira eu sou de um Deus que é Filho
Em Am D G
E D’Ele Filha Sou, bem que sua Mãe;
G C D G
“Ab aeterno” nasceu, mas é meu Filho,
Em Am D G
Bem que nasci no tempo, eu sou sua Mãe.
C D G Em Am D G
Proteja este bairro, que clama e suplica por Ti.
C D G Em Am D G
Proteja o Vietnã, que louva e agradece a Ti.
G C D G
Ele é o meu Criador, mas é meu Filho,
Em Am D G
Sou criatura sua e sua Mãe,
G C D G
Prodígio foi divino ser meu Filho,
Em Am D G
Um Deus eterno e ser eu sua Mãe.
G C D G
Comum quase ser, à Mãe e ao Filho,
Em Am D G
Porque do Filho teve o ser a Mãe,
G C D G
E da Mãe teve o ser também o Filho,
Em Am D G
Presente Filho, ser eu sua Mãe.
G C D G
Ora, se o ser do Filho teve a Mãe
Em Am D G
Ou se dirá que foi manchado o Filho,
G C D G
Ou sem labéu se há dizer a Mãe,
Em Am D G
Ou a Mãe ter o mais lindo Filho.
Mãe Verdadeira eu sou de um Deus que é Filho
Em Am D G
E D’Ele Filha Sou, bem que sua Mãe;
G C D G
“Ab aeterno” nasceu, mas é meu Filho,
Em Am D G
Bem que nasci no tempo, eu sou sua Mãe.
C D G Em Am D G
Proteja este bairro, que clama e suplica por Ti.
C D G Em Am D G
Proteja o Vietnã, que louva e agradece a Ti.
G C D G
Ele é o meu Criador, mas é meu Filho,
Em Am D G
Sou criatura sua e sua Mãe,
G C D G
Prodígio foi divino ser meu Filho,
Em Am D G
Um Deus eterno e ser eu sua Mãe.
G C D G
Comum quase ser, à Mãe e ao Filho,
Em Am D G
Porque do Filho teve o ser a Mãe,
G C D G
E da Mãe teve o ser também o Filho,
Em Am D G
Presente Filho, ser eu sua Mãe.
G C D G
Ora, se o ser do Filho teve a Mãe
Em Am D G
Ou se dirá que foi manchado o Filho,
G C D G
Ou sem labéu se há dizer a Mãe,
Em Am D G
Ou a Mãe ter o mais lindo Filho.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Santo Antônio do Recife
E A E
Da luz ressurgiu para nós
A B C#m
Palavra de vida que é luz
G# C#m F#
Soubeste fitar uma paz no irmão
A B E E7
Levar a Salvação
A B7 E C#m
Santo Antônio rogai por nós
A B7 E C#m
Os jovens te amam e Recife também
F#m B7 C#m
De Francisco seguidor
F#m B7 E E7 | B7
És nosso intercessor (bis)
E A E
Nada impediu sua voz
A B C#m
Falou de Deus com amor
G# C#m F#
Nas águas sua voz ressoou para Deus
A B E E7
Escutá-lo mereceu
E A E
Virtude e audácia o fez
A B C#m
De Lisboa a Pádua falou
G# C#m F#
Recife se reúne pra te agradecer
A B E E7
Mais por nós interceder
E A E
Falar de Antônio nos faz
A B C#m
Ser santos e alegres pra Deus
G# C#m F#
Os filhos de Dom Bosco te imitam também
A B E E7
Por Francisco teu mestre. Amém!
Da luz ressurgiu para nós
A B C#m
Palavra de vida que é luz
G# C#m F#
Soubeste fitar uma paz no irmão
A B E E7
Levar a Salvação
A B7 E C#m
Santo Antônio rogai por nós
A B7 E C#m
Os jovens te amam e Recife também
F#m B7 C#m
De Francisco seguidor
F#m B7 E E7 | B7
És nosso intercessor (bis)
E A E
Nada impediu sua voz
A B C#m
Falou de Deus com amor
G# C#m F#
Nas águas sua voz ressoou para Deus
A B E E7
Escutá-lo mereceu
E A E
Virtude e audácia o fez
A B C#m
De Lisboa a Pádua falou
G# C#m F#
Recife se reúne pra te agradecer
A B E E7
Mais por nós interceder
E A E
Falar de Antônio nos faz
A B C#m
Ser santos e alegres pra Deus
G# C#m F#
Os filhos de Dom Bosco te imitam também
A B E E7
Por Francisco teu mestre. Amém!
Cativei
*Giordano, SDB
1.Quantas vezes eu quis
Encontrar algo a mais
Fiz-menada viver
Cartivar
Refrão:
Tão só
Estamos dois
Quero juntos
Numa relação
Não só
2.Só com intenção: conhecer
Me tornei muito mais amor
Responsável me fiz
Cativei
1.Quantas vezes eu quis
Encontrar algo a mais
Fiz-menada viver
Cartivar
Refrão:
Tão só
Estamos dois
Quero juntos
Numa relação
Não só
2.Só com intenção: conhecer
Me tornei muito mais amor
Responsável me fiz
Cativei
Filosofia Moderna e suas principais características, o que podemos dizer a respeito?
Filosofia esta, que possui algumas características que são conseqüências da perda de contato com as grandes sínteses surgidas na filosofia medieval, um rompimento que deseja construir uma nova imagem do mundo a partir da permanecia de elementos do passado. Foi nesta modernidade que houve uma reviravolta no pensamento da humanidade, e mais especificadamente com o da Igreja, que ainda sonhava reunir o mundo pela fé.
“Homem como modelo do mundo”, já dizia Leonardo da Vinci, assim se inaugura a modernidade, não sob conceitos basicamente históricos, político e sociológico, mas como promoção do homem como um ser imerso numa civilização. O homem se torna dono do tempo!
Nas idéias da filosofia moderna, podemos ver tendências que descuidam de uma tradição, e partem de um caráter pessoal do próprio pensamento, e essa é uma característica muito forte encontrada na filosofia moderna, que podemos chamar de individualismo. A volta a filosofia grega toma força, e alimenta um descrédito na filosofia medieval, que passa a ser muito ignorada e conhecida muito superficialmente. Os novos filósofos não crêem que valha a pena obter conhecimentos profundos acerca de uma doutrina que todos consideram superada, elaborando conceitos e teses combatendo uma filosofia que passou séculos tentando provar a existência de Deus. E quando mostrou a insuficiência da razão e as limitações do homem, algumas vezes restitui a força da fé: “é preciso crer, não compreender” (Pascal). E, por não ser demonstrável, o conteúdo da fé é uma aposta: “Incompreensível? Nem tudo o que é incompreensível deixa de existir” (Pascal).
Mas é comum notar também que a atitude de Descartes, como a de Bacon e a de Kant, é a de começar desde o princípio, refazer o todo, ser iniciadores. Daí nasce uma maneira uma alteração do conceito de verdade filosófica que se contamina com o de originalidade, pensada mais como novidade, penetração e desenvolvimento muito progressivo de muitas coisas que já foram discutidas e até aceitas. A filosofia moderna tende deste modo, a apresentar-se como uma revelação, certa manifestação da individualidade de cada filósofo, fracionando-se nas várias visões de mundo, condicionadas pela capacidade de cada personagem e de cada nacionalidade.
Filosofia moderna! Parece mesmo ter uma independência total de um pensamento basicamente fundado e convergido em um “ser transcendental”, e que nada poderá ser realizado sem o consentimento dos que esse “ser” transmitiu o poder. Parece que se perde o conceito mesmo de verdade e de filosofia como patrimônio necessariamente universal e susceptível, portanto, de graduais aperfeiçoamentos, para transformá-lo no conceito artístico de criação original. É a liberdade.
Uma liberdade também gerada no procedimento, não somente no sentido de independência da doutrina revelada, mas também no sentido de falta de preocupação demonstrativa; as obras filosóficas dos tempos modernos têm uma forma expositiva e, frequentemente, mais que demonstrar, sugerem; mais que persuadir, sugestionam.
Outros distintivos da filosofia moderna são a crescente tendência a fazer da razão não somente o tribunal supremo, mas também a característica particular que todo homem pode ter.
Portanto, podemos concluir que o significado das diversas sínteses da filosofia moderna não é só uma tentativa de ruptura com o medievo, mas vai muito mais além, é uma busca de independência de pensamento, que não esteja estritamente subjugado sobre diretrizes e normas e vetem o desenvolvimento humano e da ciência, mas de fato, a filosofia moderna não é um abandono, mas um estudo mais profundo e um desenvolvimento de elementos que podem enriquecer as grandes linhas da síntese filosófica realista, objetiva, verdadeira e livre.
“Homem como modelo do mundo”, já dizia Leonardo da Vinci, assim se inaugura a modernidade, não sob conceitos basicamente históricos, político e sociológico, mas como promoção do homem como um ser imerso numa civilização. O homem se torna dono do tempo!
Nas idéias da filosofia moderna, podemos ver tendências que descuidam de uma tradição, e partem de um caráter pessoal do próprio pensamento, e essa é uma característica muito forte encontrada na filosofia moderna, que podemos chamar de individualismo. A volta a filosofia grega toma força, e alimenta um descrédito na filosofia medieval, que passa a ser muito ignorada e conhecida muito superficialmente. Os novos filósofos não crêem que valha a pena obter conhecimentos profundos acerca de uma doutrina que todos consideram superada, elaborando conceitos e teses combatendo uma filosofia que passou séculos tentando provar a existência de Deus. E quando mostrou a insuficiência da razão e as limitações do homem, algumas vezes restitui a força da fé: “é preciso crer, não compreender” (Pascal). E, por não ser demonstrável, o conteúdo da fé é uma aposta: “Incompreensível? Nem tudo o que é incompreensível deixa de existir” (Pascal).
Mas é comum notar também que a atitude de Descartes, como a de Bacon e a de Kant, é a de começar desde o princípio, refazer o todo, ser iniciadores. Daí nasce uma maneira uma alteração do conceito de verdade filosófica que se contamina com o de originalidade, pensada mais como novidade, penetração e desenvolvimento muito progressivo de muitas coisas que já foram discutidas e até aceitas. A filosofia moderna tende deste modo, a apresentar-se como uma revelação, certa manifestação da individualidade de cada filósofo, fracionando-se nas várias visões de mundo, condicionadas pela capacidade de cada personagem e de cada nacionalidade.
Filosofia moderna! Parece mesmo ter uma independência total de um pensamento basicamente fundado e convergido em um “ser transcendental”, e que nada poderá ser realizado sem o consentimento dos que esse “ser” transmitiu o poder. Parece que se perde o conceito mesmo de verdade e de filosofia como patrimônio necessariamente universal e susceptível, portanto, de graduais aperfeiçoamentos, para transformá-lo no conceito artístico de criação original. É a liberdade.
Uma liberdade também gerada no procedimento, não somente no sentido de independência da doutrina revelada, mas também no sentido de falta de preocupação demonstrativa; as obras filosóficas dos tempos modernos têm uma forma expositiva e, frequentemente, mais que demonstrar, sugerem; mais que persuadir, sugestionam.
Outros distintivos da filosofia moderna são a crescente tendência a fazer da razão não somente o tribunal supremo, mas também a característica particular que todo homem pode ter.
Portanto, podemos concluir que o significado das diversas sínteses da filosofia moderna não é só uma tentativa de ruptura com o medievo, mas vai muito mais além, é uma busca de independência de pensamento, que não esteja estritamente subjugado sobre diretrizes e normas e vetem o desenvolvimento humano e da ciência, mas de fato, a filosofia moderna não é um abandono, mas um estudo mais profundo e um desenvolvimento de elementos que podem enriquecer as grandes linhas da síntese filosófica realista, objetiva, verdadeira e livre.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Profunda Relação
*Cl. GIordano, SDB
Como posso eu esquecer das noites mal dormidas
Por não te teres comigo!
Entre os aconchegos de minhas mãos,
De meus dedos, de poder te apalpar!
Oh! Felicidade inefável!
A qual senti naqueles inesquecíveis momentos,
Que encostaste nos meus lábios,
E em suspiro de ânsia e desejos,
Depositaste em mim
Aquilo que eu tanto buscava.
Penetraste em meu ser com a mais doçura
E terna plenitude,
Que supriste as minhas maiores necessidades,
Me completando!
Saciando o meu prazer!
Me tornando mais feliz!
E na supressão de meus desejos,
Soubeste muito bem me abandonar
E elevar-se as estrelas
Como um incenso que se entrega
Aos mais belos seres angelicais,
E entregando-os os mais profundos
Dos nossos sentimentos e relações!
Abandonaste-me de tal forma
Que a cada contato que tenho com ti,
Conto segundos e minutos,
Para poder te sentir
No mais profundo do meu ser novamente!
A mais profunda relação
São aquelas que deixam marcas,
Tu deixaste uma das mais belas marcas em mim!
Marcas de momentos felizes!
Jamais te abandonarei.
Como posso eu esquecer das noites mal dormidas
Por não te teres comigo!
Entre os aconchegos de minhas mãos,
De meus dedos, de poder te apalpar!
Oh! Felicidade inefável!
A qual senti naqueles inesquecíveis momentos,
Que encostaste nos meus lábios,
E em suspiro de ânsia e desejos,
Depositaste em mim
Aquilo que eu tanto buscava.
Penetraste em meu ser com a mais doçura
E terna plenitude,
Que supriste as minhas maiores necessidades,
Me completando!
Saciando o meu prazer!
Me tornando mais feliz!
E na supressão de meus desejos,
Soubeste muito bem me abandonar
E elevar-se as estrelas
Como um incenso que se entrega
Aos mais belos seres angelicais,
E entregando-os os mais profundos
Dos nossos sentimentos e relações!
Abandonaste-me de tal forma
Que a cada contato que tenho com ti,
Conto segundos e minutos,
Para poder te sentir
No mais profundo do meu ser novamente!
A mais profunda relação
São aquelas que deixam marcas,
Tu deixaste uma das mais belas marcas em mim!
Marcas de momentos felizes!
Jamais te abandonarei.
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